Descumprir as promessas feitas, para muita gente, não é motivo de desespero. E, de fato, há promessas que não são tão relevantes para a nossa vida: trocar o carro, repintar o muro da casa, corrigir pequenas falhas perante os pais, melhorar um pouco mais as notas escolares, ser um pouco mais gentil e paciencioso etc. Há coisas, no entanto, muito fundamentais que não podem ser adiadas ou proteladas. Aqui precisamos agir, decidir, porque isso é que nos proporciona crescimento pessoal. O que podemos fazer para melhorar nossa força de vontade, nossa firmeza de ânimo? Mais uma vez podemos nos valer do educador francês Julio Payot para sublinhar o seguinte: “Somente é possível vencer a desídia, a preguiça, o abandono e a apatia por meio de cultivar sentimentos e afetos profundos. Esses afetos e sentimentos devem ser os que nos motivem viver uma vida digna, honorável, de êxito em nossas atividades. Devemos desenvolver sentimentos nobres de honra, de força e de grandeza pessoal. Não é por meio da inteligência que podemos fazer crescer nossa força de vontade, sim, por meio de sentimentos profundos.” Um outro fator preponderante diz respeito ao combate à preguiça. Preguiçoso é o que faz tudo de forma dispersa, quando faz alguma coisa; a períodos de trabalho seguem longos dias ou meses de inação, de abandono. Não existe crescimento pessoal sem muito trabalho. O filósofo Sêneca dizia: “O meio mais curto, seguro e glorioso para conquistar fama no homem de bem consiste em trabalhar para isso”.
Vamos que vamos, toca o barco!
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