Consultor Jurídico Conjur.

domingo, 26 de janeiro de 2014

O que você veio fazer por aqui?

O QUE VOCÊ VEIO FAZER POR AQUI?

Alguém pode por mera casualidade conquistar algum sucesso uma vez. Será muito pouco provável que consiga numa segunda oportunidade, mas ser bem sucedido novamente por casualidade pela terceira, quarta ou quinta vez, será uma raríssima exceção. 

Agora, quando os resultados positivos são conquistados com consistência por vários anos, observe que neste caso não será uma coincidência que tenha sido a um custo de muito trabalho, de uma mentalidade empreendedora, visão diferenciada, forte liderança, além de uma capacidade para escolher e formar uma boa equipe de competentes executivos.

Não há atalhos e nem fórmulas mágicas. Por isso, quem já conhece o caminho, realizará com êxito os seus novos projetos quantas vezes desejar.

Sendo assim, a mais importante lição do GV é que o sucesso é uma ciência exata que todos podem aprender. É claro que nem todos serão milionários, mas todos, sem exceção, podem aprender o caminho êxito, progredir financeiramente e ganhar a segurança necessária para construir o seu projeto de vida de forma digna.

Os capítulos deste aprendizado não são difíceis, mas exigem uma profunda mudança na forma de pensar, no comportamento e no referencial de dedicação necessária para transformar ideias em realidade. Essa mudança é fundamental, porque afinal, dentro da sociedade em que vivemos e de todo sistema de ensino que frenquentamos, desde o ensino fundamental até a Universidade, em meio ao amontoado de informações, muitas sem propósito, a mentalidade transmitida nas entrelinhas filosóficas deste sistema, infelizmente quase sempre é o oposto da mentalidade que é necessária ser desenvolvida para sair do fluxo com destaque.

Costumo dizer que destacar-se da multidão chega a ser fácil ou então é impossível. Fácil porque as mudanças necessárias são simples, porém trabalhosas e exigem coragem; mas também considero impossível, porque infelizmente poucos se dispõem a promover essas mudanças em suas vidas. Raros são os dispostos a quebrar paradigmas, a sair da zona de conforto - que de confortável não tem nada - e a correr alguns riscos. Claro, nada maior do que o risco de não mudar nada em seu comportamento, continuar a seguir o fluxo e por isso, passar toda uma vida estagnado.

Se o sucesso não é uma casualidade e é possível aprender como conquistá-lo, por que vagar por sua existência a margem de melhores resultados?

Afinal, você está por aqui pra construir os seus projetos ou apenas para dar um "rolezinho"?

Decida, o que você veio fazer por aqui?


Fonte: GV

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

NÃO QUER SER CRITICADO?

NÃO QUER SER CRITICADO? 
ENTÃO SIGA O FLUXO E FIQUE QUIETINHO.

Mente coletiva > é o conjunto de pensamentos, conceitos e valores exercidos e transmitidos pela sociedade, meios de comunicação, família, escola e todos os meios sociais nos quais fomos inseridos em nossa vida.

A mente coletiva não tem uma constituição formal e nem foi e nem é decidida por ninguém em particular. Ela é resultado de um processo orgânico e cultural, transmitido de geração em geração e que ocupa um status de credibilidade inquestionável e por isso, exerce uma influência suficiente para moldar parte do que cada indivíduo se transforma ao longo de sua vida.

Sendo assim, a mente coletiva funciona como uma espécie de linha de montagem, padronizando o pensamento e comportamento da população, inserindo-a num fluxo comum, onde as grandes massas comportam-se como uma manada, seguindo todos da mesma forma e numa mesma direção, sem questionar, sem arriscar, sem se atrever a sair do mundinho ao qual todos foram apresentados.

Assim, muitos levam a a vida: frequentam as suas faculdades pra depois arrumarem um emprego e terem porque acordarem todos os dias bem cedo; gastam horas num transporte coletivo, frequentam uma empresa sem gostar de trabalhar em troca de um salário, chegam a noite cansados pelo caos urbano, pegam um trânsito interminável nos feriados, para no final do mês pagarem suas contas... Passam décadas neste ciclo como se não tivessem alternativas.

A mente coletiva é a maior inimiga de de quem deseja mais de sua vida e também é a maior inimiga de quem se atreve a empreender. Isso porque para empreender faz-se necessário pensar de forma antagônica a este modelinho proposto pela sociedade. Um empreendedor não aceita as coisas como são, não se conforma com a ração limitada oferecida pela CLT e não se permite ser padronizado em referenciais baixos, modelos mentais medíocres e nem viver com o medo de perder, assustado por sair do padrão, lugar onde as grandes massas sentem-se mais seguras.

Quem tiver a coragem de sair desta linha de montagem será inevitavelmente muito criticado, desprezado, será tachado de louco, de lunático, de iludido, será alvo de comentários depreciativos, inclusive de pessoas mais próximas, pois todos logo acharão que eles, depois de quebrarem a cara, terão desperdiçado a vida e quando quiser voltar para a manda, será tarde demais. "Coitado"...

Esses atrevidos, depois de terem exercitado a sua inteligência emocional para suportar toda rejeição em seu meio social e familiar, depois de terem contrariado todas as referências de esforço e dedicação para construírem os seus projeto, serão os mesmos que serão admirados, serão usados como exemplo, como pessoas iluminadas, gênios, exceção a regra e até como pessoas de "sorte".

Neste momento, os críticos transformam-se em profetas do passado, são os que darão os famosos tapinhas nas costas e também serão os que vão dizer a famosa frase: "Eu sempre acreditei em você".

Assim funciona a mente coletiva. Muda a sua cidade, a seu projeto, a sua área de atuação, mas uma coisa é certa: essa história sempre se repete e pra sair deste ciclo vicioso é possível sim aprender. Como? Só é possível ensinar quem conseguiu deixar de correr atrás do seu próprio rabo e venceu a famigerada mente coletiva.

#EuSouGV


Fonte: GV

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Razão e Emoção


RAZÃO E EMOÇÃO

Diferentemente do que pensa o senso comum, a força do emocional sobre o racional é muito maior do que o inverso.

Se não controlo o que sinto, perco o controle sobre o que penso e logo as minhas atitudes se tornam inconsequentes.

O mais interessante é que depois de anos sentados nos bancos da Escola e da Universidade, sendo avaliados apenas pela capacidade de raciocinar, através da resolução de problemas simulados, na hora que encaram o mercado de trabalho, os jovens apresentam muita dificuldade em lidar com as suas emoções.

Ansiedade, impaciência, falta de foco, incapacidade de lidar com frustrações, inabilidade para lidar e arrazoar o intangível, imediatismo, fraca abstração, medo do novo etc.

Quociente de inteligência vale pra boas notas e para no máximo passar em concursos públicos. Mas para ter sucesso como gestor público ou privado e até como empreendedor, vai precisar estar de bem com as suas emoções.

Algumas dicas para manter as emoções saudáveis:

Perdoe com facilidade, nutra baixas expectativas, não olhe para a grama do vizinho, não guarde nada debaixo do tapete de suas emoções, seja transparente ainda que isso represente o risco de ser mal interpretado, não ligue para status, não se importe tanto em ser reconhecido, aprecie as coisas simples da vida, gaste tempo com as crianças e tenha sempre em mente que a vida acaba e que quase nada vale a pena a ponto de você permitir que a sua paz seja jogada na lata do lixo.

Não é nada fácil colocar tudo isso em prática; mas "sorte" de quem consegue.